Brincadeiras, roupas e gênero

Reflexões
Leitura de 2 minutos

Por Yuska Garcia, psicóloga e mestra em Educação.

Nossa parceira, Yuska Garcia, traz hoje para você reflexões sobre brincadeiras, roupas e gênero das crianças. Um conteúdo rico, com questionamentos e curiosidades sobre a distinção do “o que é de menino” e “o que é de menina”. Boa leitura!

 

Existem brinquedos de menino e brinquedos de menina? Cor de roupa de menino e cor de roupa de menina? Você sabe de onde surgiu essa distinção?

 

De acordo com a Revista Mundo Estranho isso foi uma estratégia de marketing na década de 20. Antes disso, pelo menos em relação às cores, primeiramente os pais não se preocupavam muito com isso, visto que as tintas eram muito caras. No início do século 20 começaram a distinguir, mas o inverso do que vimos hoje. O rosa era para os meninos, por ser uma cor mais forte. E o azul para as meninas, por ser uma cor mais delicada.

 

Alguns anos depois, entre 1920 e 1950, por uma estratégia de marketing, as cores se inverteram. O que vimos até os dias atuais. Entretanto, podemos observar um movimento atual contra essa distinção. Observamos marcas criando roupas unissex, meninos usando rosa, meninas se fantasiando de personagens ditos masculinos.

 

Há um vídeo que viralizou nas redes sociais no qual uma criança, chamada Riley, se mostra muito contrariada porque, segundo ela, os brinquedos “femininos” são muito sem graça, enquanto os “masculinos” são muito mais atrativos.

 

 

Bem como, a cada dia surgem mais notícias em que meninas escolhem temas como o Hulk, por exemplo, para o seu aniversário. Assim, vemos um início de uma mudança cultural.

 

Essa mudança caminha juntamente com a quebra de muitos paradigmas, como, podemos citar, vários estudos indicando que um brinquedo não mudará a orientação sexual de uma criança, bem como a luta pelos direitos humanos, contra o preconceito, homofobia…

 

Qual a sua opinião sobre isso? Você acha que brinquedo tem sexo? Cor tem sexo? Fica a reflexão!

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